O neto estava com aquela cara de quem acha que adulto complica tudo. O avô, com aquela calma irritante de quem já viu o mundo bater em gente boa e gente apressada do mesmo jeito.
Neto: Vô, por que o senhor fala tanto de seguro?
Avô: Porque seguro não é pra quando você quer. É pra quando a vida decide por você.
Neto: Mas isso parece coisa de gente preocupada demais.
Avô: Preocupação é ficar refém do improviso. Seguro é escolher não ser refém.
Neto: Escolher como?
Avô: Garantir continuidade. Quando dá errado, você não quer “resolver”. Você quer que a vida continue funcionando.
O neto riu, meio sem paciência.
Neto: Continuidade do quê?
Avô: Do seu trabalho não parar. Da sua casa não virar um problema gigante. Do seu carro não virar um prejuízo que te puxa pra trás. Da sua empresa não travar por um detalhe que ninguém quis olhar.
Neto: Então seguro é tipo… plano B?
Avô: Seguro é o plano A de gente adulta. O plano B é torcer.
Essa é a virada que quase ninguém faz: seguro não é um produto, é uma decisão de continuidade. E quando você entende isso, a conversa muda. Você para de perguntar “qual é o mais barato?” e começa a perguntar “o que eu preciso manter de pé se acontecer alguma coisa?”.
Por que quem paga barato demais, muitas vezes paga duas vezes. Primeiro na mensalidade. Depois na surpresa.
O que faz alguém “ter seguro” e mesmo assim ficar descoberto
A maioria das frustrações com seguro não acontece porque “seguro não presta”. Acontece porque a pessoa comprou uma apólice, mas não comprou clareza.
Os erros mais comuns são bem humanos, e por isso se repetem:
Cobertura que ficou no passado
A rotina muda e o seguro fica igual. Mudou o uso do carro, mudou quem dirige, mudou o trajeto, mudou o endereço, mudou a operação, cresceu o patrimônio. E a apólice segue do jeito antigo, como se a vida fosse estática.
Terceiros tratados como detalhe
Quando o assunto é sinistro, “terceiros” costuma ser a parte que mais dói. Porque é onde o prejuízo pode virar disputa, processo, desgaste, tempo perdido e dinheiro indo embora em silêncio.
Assistência que não combina com a vida real
Muita gente só descobre isso no dia do aperto. O guincho não atende a distância necessária, o carro reserva não resolve, o suporte não encaixa no tipo de uso, e o que parecia conforto vira burocracia.
O avô resumiria assim:
Avô: Seguro ruim não é o que custa caro. É o que não acompanha sua vida.
Como revisar seu seguro sem virar refém de burocracia
Revisar seguro não precisa ser um evento dramático na sua agenda. É um checkup. O que dá trabalho é o imprevisto, não a revisão.
Aqui vai um roteiro simples, do jeito que deveria ser:
Liste o que não pode parar
Sua renda, seu carro, seu estoque, seus equipamentos, sua casa, sua saúde financeira. O que, se travar, te desorganiza por semanas?
Verifique o que você acha que está coberto
O “acho” é onde mora o risco. Cobertura para terceiros, assistência, franquias, limites, exclusões. Se você não conseguir explicar em duas frases, precisa de clareza.
Confira se o risco mudou nos últimos 12 meses
Mudou quem dirige? Mudou o uso? Mudou rotina e deslocamento? Mudou o valor do patrimônio? Mudou a operação? Se mudou, o seguro precisa acompanhar.
Atualize antes de precisar
O melhor momento para revisar é quando está tudo bem. É aí que você tem margem pra escolher com calma.
Por que corretora ainda importa, mesmo na era do “clique e pronto”
O mercado adora vender a ideia de que seguro é igual a qualquer compra online. Só que seguro tem um detalhe inconveniente: ele só se prova no dia em que você precisa usar.
Comprar rápido é fácil. Difícil é saber se você comprou o que realmente precisa. Difícil é ajustar a cobertura para o seu risco real. Difícil é não ficar sozinho quando acontecer.
E aqui mora o valor da corretora bem feita: te ajudar a fazer a pergunta certa antes do problema existir.
Neto: Então o senhor paga por alguém pensar junto?
Avô: Exatamente. Porque quando dá errado, você não quer “aprender sobre seguro”. Você quer resolver.
Por que com a Ozônio
O motivo não é slogan. É método.
A proposta da Ozônio é tirar o seguro do modo “pacote pronto” e colocar no modo “estratégia”. Isso significa comparar opções, escolher o que faz sentido, ajustar cobertura ao risco real e manter a conversa clara.
No próprio site, a Ozônio destaca que trabalha com mais de 30 seguradoras parceiras. Isso importa porque amplia o leque de comparação. Em vez de você ficar preso a uma única opção, o jogo vira custo-benefício de verdade, alinhado ao seu perfil.
Outro ponto prático: a Ozônio tem o Ózi, um assistente disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, para ajudar em cotações e navegação inicial. E, para atendimento humano via WhatsApp, o site informa horário comercial em dias úteis. Isso é o tipo de detalhe que poupa dor de cabeça: você sabe exatamente o que esperar, sem promessas vagas.
O avô fecharia assim:
Avô: Seguro bom é o que te dá clareza hoje e resposta amanhã. O resto é só papel.
Um bom seguro não é o que te deixa “mais tranquilo” no discurso. É o que sustenta sua rotina quando a vida aperta.
Se faz tempo que você não revisa suas coberturas, talvez a pergunta mais honesta seja simples: seu seguro acompanha a sua vida de hoje ou está preso na sua vida de ontem?
Se você não tem certeza se suas coberturas acompanham seus riscos, fala comigo. A gente confere juntos.